Se emocionou!

 

“Iêda, achei o seu livro fantástico! Me emocionou muito e ainda está reverberando em mim.  O mais legal de tudo foi que consegui ler ouvindo a sua voz. Parecia que vc estava me contando, rsrs…
QUE HISTÓRIA!!!!
Vc tem o meu respeito por tudo que passou e como conduz sua vida até hoje.
Quando terminei de ler, a vontade que eu tive foi de te abraçar junto com a tua história. Confesso que chorei (sou chorona, tá?) e quando leio, realmente me entrego.
Super obrigada pela experiência. “

Renata Pinto
Educadora Física e Psicomotricista

 

UNA MIRADA EN EL RETROVISOR Y OTRA EN LA CARRETERA:
Ieda Lima, escritora de Campina Grande, Estado de Paraiba en Brasil, nos revela parte de su esencia personal en el contexto de las dictaduras acaecidas en los años setentas del siglo pasado, en América Latina. Su libro “Um olhar no Retrovisor e outro na Estrada”, no solo nos lleva a un viaje por la historia del continente donde ella misma se vio afectada por la mano de hierro en su país, teniendo que exiliarse primero en Chile, donde fue testigo y víctima del régimen de Augusto Pinochet, después del golpe militar que derrocó el gobierno democrático de Salvador Allende en septiembre de 1973.
Viéndose obligada a realizar un periplo por varios países, por la preservación de su propia vida, hasta llegar a la República Democrática Alemana donde recibió acogida, un empleo y el cupo en una guardería para su pequeña hija (Luisa), Ieda se refugia durante varias décadas en el arte y la cultura como un revulsivo que diluye las heridas del desplazamiento forzado y el exilio, hasta regresar a su natal Brasil, donde la escritura y la gestión social se convierten en el sentido de su propia existencia.
Es un relato de resiliencia que nos invita a pensar en nuestra historia común de latinoamericanos, con una mirada reflexiva sobre el pasado, sin rencores ni amargura, que nos lleva a descubrir la capacidad que puede desarrollar el ser humano para reconciliarse consigo mismo y con el otro, observando el pasado para entender el presente. Y proyectar el futuro…
La buena literatura, sin tener esa intención, posee la fascinación de que el ser humano puede encontrarse consigo mismo y con la historia, y eso es precisamente lo que Ieda Lima logra durante el viaje de 160 páginas de su libro “Una mirada en el Retrovisor y otra en la Carretera”. Es una mirada que se posa en nuestras desdichas, en las barbaridades de nuestro continente, de un pueblo que aún no ha roto sus cadenas como reza la canción de Nino Bravo, pero también es una visión de esperanza y reconciliación, tan necesaria en estos momentos para Colombia, que a pesar de tantas vicisitudes, empieza a abrazar la ilusión de una paz estable y duradera.
Wilson Flórez Valencia
Presidente Red de Bibliotecas de las Cajas de Compensación Familiar.

 

Iêda, recebi através de Ana Alice, que é minha prima, seu livro autografado pra nós, li com atenção e carinho, senti na menina interiorana a ingenuidade e o desprendimento com que encarou a vida e seus mistérios. Vivi um pouco dessa época e sentia medo do desconhecido, sou de uma cidade pequena onde o pecado e o medo de ficar falada dominava a todos, não foram poucas as vezes que ouvi histórias do que podia acontecer, uma das minhas amigas foi alertada pela mãe que se beijasse o namorado ficaria grávida, imagina o medo que sentíamos. Ouvia comentários de meninas que envolvidas com a revolução, que era passada pra nós como coisa de comunista, faziam aborto porque não podiam levar adiante uma gestação já que tinham que se esconder. Então minha grande surpresa e admiração foi sua filha ter sido poupada, foi esse nascimento que me encantou e que me fez respeitar a menina/mulher ciosa de sua responsabilidade para com a vida, eu imaginava que você falaria dos abortos que foi obrigada a fazer porque o momento exigia e ficaria no ar a interrogação: como seguir em frente gestando uma vida ? como foi capaz de enfrentar o desconhecido e ainda se graduar na Alemanha? sou só admiração por você e por seu companheiro, Deus realmente se fez presente em todos os momentos essa é a resposta que encontro para essa odisséia ter tido um final feliz. Parabéns Iêda pelo amor com que enfrentou o desamor, pela coragem com que cruzou mares nunca dantes navegados, por ter acreditado e lutado para que tivéssemos dias melhores, é uma pena que alguns líderes tenham se aproveitado depois do sacrifício de tantos para se tornarem ricos senhores, ainda há esperança nesse mundo porque novas Iêdas surgirão para mostrar que quando os sonhos são puros os pesadelos são afastados, acredito na força do amor e principalmente no Amor Maior que guia nossa vida, um abraço e um até breve!
Dalva Menezes dos Santos, 75 anos.

 

Esse livro despertou meu interesse pela leitura que a muito estava adormecido. Mesmo com a rotina corrida terminei em menos de uma semana, tão interessante que foi tua história. Uma lição de determinação e força. Uma mulher e tanto!
Kenia Lima, Assistente Administrativa, 41 anos.

 

Embriaguei-me e li “Um olhar no retrovisor e outro na estrada” de um só gole, sem respirar, inebriada com sua extraordinária historia de  vida contada de forma tão sensível e emocionante. Bravo!!!!

Sonia Kuester – Coordenadora de Cerimonial da Secretaria de Energia e Mineração/GESP

 

Após aquela noite de autógrafos lá em S. Paulo eu li seu livro em duas puxadas, em dois dias. Você escreve bem. Permite uma leitura agradável, que flui leve, apesar do tema por vezes denso, pesado de uma temática que às vezes a gente quer mesmo é esquecer, mas sabe que não deve, não pode.

E, incrível… a cada capítulo você, aos meus olhos, crescia um centímetro.

Ao final do livro, você estava enorme. Como uma daquela jogadoras de vôlei em partida  final de campeonato: grandona e valente.

Sebastião Amorim, Professor do Departamento de Estatística do IMEC/Unicamp e Diretor Tecnico Científico da Tecnométrica.

 

É isso. A história que tanto contei admirada agora está estampada nessas páginas confirmando o que eu tanto ouvia “essa história tem que virar livro”.

A jornada da mulher forte que aprendeu a ser vulnerável, da mulher guerreira que mostrou o seu lado doce e da mulher fantástica que conta sua história como se não houvesse esforço alí…

Eu, que nasci dela, não posso ser mais agradecida, meu coração quase explode de pensar a beleza da vida que me foi dada depois de toda essa caminhada e mais o privilégio de aprender a cada dia mais com ela.

Quem lê a história, pode pensar que ela deve ter sido endurecida pelo mundo, são tantas as lutas, as necessidades, que seria fácil de entender. E é aí aonde mora a parte mais bonita da história, ela, hoje, com 69 anos de idade, é flexibilidade pura, generosidade e gratidão ambulante que faz brilhar o olho de quem vê.

Mãe, seu sonho está se realizando junto com o meu!

Liliane Lima Sant’Anna, 29 anos, Administradora e Coach.

 

Amei o livro. Obrigada, Luisa, pela oportunidade de conhecer melhor a sua história, de me apaixonar pela sua mãe e de me encantar por esta leva de gente linda que decide viver da melhor forma possível, mesmo com tantos desafios!  Obrigada, de verdade , pela oportunidade de compreender de onde vem tanta força, tanta segurança e tanta paz. Admiração só cresce. Um cheiro.
Gabrielle Tavares, Professora

 

Tenho lido seus textos, seu livro. Muito bom! Fácil de ler, boas informações e reflexões maduras. Muito obrigada.”
Dilma Sely Pena, consultora, 66 anos.

 

Quero paranenizá-la pela excelente obra literária…gostei muito!!! leitura gostosa que prende o leitor até o final!!! quanta garra!!!… um exemplo para todos nós brasileiros…o país está sentindo falta de filhos como vc amiga!!!

Parabéns!!!

Fátima Vasconcelos, Engenheira, 63 anos.

 

Aproveitei o tempinho chuvoso e  li tudo nesta tarde. Que lição de vida e resiliência! Que leitura gostosa e envolvente. Uma história densa, com muitos percalços, mas contada de forma leve, sem rancor.

A história de vida da sua mãe me fez pensar no quanto reclamamos de nossa vida sem um motivo forte. Tantas mudanças e problemas ela enfrentou com bravura.

Imagino que deve ser uma delícia bater um papo com ela.

Dê-lhe os parabéns pelo livro e pela vida corajosa!

Stella Maris Martins Paiva, Eng. Civil

 

Estou escrevendo para agradecer o livro que sua mãe escreveu.
Adorei!! Li o livro praticamente em um dia de tão interessante que achei.
Foi uma surpresa saber da trajetória política de seus pais, com os vários riscos e dificuldades que a família passou em uma fase tão difícil de nossa história recente.
E tudo isto por lutar pela coisa mais preciosa que temos que é a “Liberdade”.
O livro retrata muito bem, como sonhar com igualdade social para o país, causou uma reação desmedida e autoritária do Estado brasileiro.
Esta história recente parece que aos poucos está sendo esquecida e os mais jovens tem pouco conhecimento sobre o ambiente à época.
O livro resgata este olhar da vida cotidiana de uma luta desigual entre o cidadão e o Estado, que deixa o livro muito humanizado.
Do capítulo inicial até o capítulo que trata do regresso ao país a narrativa é empolgante. Não consegui largar o livro, pois queria saber sobre os acontecimentos subsequentes, descritos com ótimos relatos literários.
Alguns destes me chamaram a atenção, tais como a passagem sobre o José Serra, que o coloca de forma mais humana e mostra a sua importância em certos episódios desta fase da história brasileira (independentemente de sua opção política atual), e o papel do Betinho que mostrou-se realmente como uma referência e apoio para aqueles que necessitavam de ajuda em um país distante.
Por fim, foi uma surpresa saber como você, Luisa, andou pelo mundo, desde cedo, heim? Você nunca havia contato esta história tão emocionante e foi muito gratificante saber um pedacinho de sua história, muito legal.
Ao final, o livro traz indagações aos jovens em questões atemporais, também bem legal.
Por ter gostado de ler o livro, emprestei ao meu pai (98 anos), o qual também o achou muito bom. Pedi a ele que também desse um retorno sobre o que leu e assim, segue, anexa, uma cópia de um cartão endereçado a sua mãe (o cartão em papel, entrego quando lhe encontrar).
Um grande abraço em você e especialmente na sua mãe escritora.”

Thiers Lima
Servidor Público Federal

 

 

 

Ieda, li seu livro… gostei muito da leitura… uma autobiografia que mostra uma mulher guerreira e determinada, sempre na busca de conhecimentos no encontro de sua identidade e realização como pessoa e como profissional. Uma trajetória de muuuuuuitos desafios e de muitas incertezas, mas sempre firme na busca do que você queria. Parabéns por ter chegado onde chegou…talvez nem acreditasse né!!

Parabéns também pela família que construiu … um mega beijo e usufrua todas suas conquistas…

Simone B. Holanda, Economista.

 

Estou encantada com sua história e o tom leve, honesto e fluente de sua narrativa. Que belo acervo de vida!
Você foi de uma coragem, uma força e determinação inimagináveis!!
Belíssima história, do Brasil, de herança de valores morais, éticos e de candura.
A grande verdade é que sem luta e coragem a gente não sai do lugar. E assim é, por toda a nossa existência. Hoje olho para Luisa com outros olhos.
Que presentão você nos dá! Sua escrita flui. Você deixa o leitor apaziguado. E sua didática é coadjuvante no processo literário. Isso facilita horrores e nos prende à narrativa. Além do enredo tão legítimo, tão autêntico!
Gosto de ler; meus filhos me viram lendo, sempre.

Cora Guimarães, Educadora e Antiquária

Fico muito feliz com o destino que você escolheu. De mulher forte, de fibra, primogênita que saiu para ajudar a família, determinada, que assumiu a sua própria vida não se deixando enganar pela ilusão do amor de juventude.

E com tudo que enfrentou, ainda conseguiu formar uma linda família, de pessoas também determinadas, equilibradas, aparentemente com a “fibra” da mãe. Parabéns!!!

Fiquei bastante inspirada com o livro, até procurei um coaching para tentar me livrar de alguns bloqueios.

Finalizando, graças à sua escolha, estamos aqui para contar histórias: Luisa, Otavio, Liliane, eu, Claudia, os netos e mais um monte de coisas boas.

Flavia Tito – 40 anos- administradora

 

Amiga e consogra Iêda:
O seu relato vivo e real, da sua experiência de vida, é mesmo sensacional e emocionante;  digno de um excelente filme.  Fica aqui a minha sugestão para um cineasta fazer o roteiro do filme de sua autobiografia.  Obrigado por compartilhar com coragem suas emoções conosco. Que tudo isso possa fortalecer ainda mais o seu lado espiritual, pois a verdadeira  política, começa com a gente.

Toni Bessoni, Servidor Público Federal, 55 anos.

 

Terminei a leitura do seu livro. Quanta história guardada que agora podemos desfrutar! Os detalhes históricos da vida em família, bem como os vividos nos tempos negros da ditadura no Brasil, nos enchem de emoção! Já vá pensando na 2ª edição! Conte mais! Parabéns pelo belo trabalho e, acima de tudo, por ser essa mente “que pensa” e que acrescenta! Sei que ainda muito fará às nossas vidas e, por que não dizer, ao país! Beijo grande da sobrinha que muito lhe admira”

Luene Adelino, fisioterapeuta, 44 anos

 

Ieda amiga, que prazer reencontrá-la e ler seu gostoso livro.

Sábado chuvoso em Recife; céu nublado, aqui e ali caem gotas ou grandes gotas de água. mas, como já é agosto, a água não é fria e sim morna.Sinal de verão.

Depois de caminhada, atividades pessoais como ler inglês, ouvir música, trabalhar na pesquisa que faço sobre 1968, do lado do computador, o seu livro a me dizer, deixa tudo e vem me ouvir. Assim fiz. Caminhei com  você por Campina Grande, Recife, João Pessoa, que meu querido pai dizia a defunta JP, Salvador, Curitiba, Chile, Alemanha, Fortaleza. Vivi os seus dramas como meus fossem. Mulher guerreira, mãe carinhosíssima, mulher apaixonada. Que bom ler seu livro. Sofri e muito me alegrou. Vivemos dramas semelhantes com intensidade variada.

Parabéns, amiga.

Beijos, Bidu

Bidu Vilar, sociólogo, 72 anos

 

Já li seu livro tia; li em 3 sentadas. Ficou muito bom! E olha que eu não gosto de livro viu! Adorei! Parabéns!

Gabriel Siqueira, estudante, 16 anos

 

Além do Retrovisor
Acabo de concluir a leitura de “Um olhar no Retrovisor e outro na Estrada” e vivencio a releitura de minhas emoções para “além do retrovisor” através das memórias remanescentes da história que minha cunhada Iêda Lima gentilmente nos cede através de sua obra.
Fui realmente “além do retrovisor” quando me identifiquei com pensamentos e atitudes semelhantes que escolhi viver pelos exílios que passei.
A viagem que Iêda me proporcionou  à uma parte de minha história também pouco lembrada ou deliberadamente esquecida em minhas entranhas, certamente não estão conectadas aos relatos históricos por ela fotografados através das lentes sensíveis de uma menina que se torna mulher em meio a um país em ebulição no qual eu nem era nascido.  Ressoou em minhas vivências psicológicas da interpretação dos fatos ocorridos em família. Desde o milênio passado Iêda faz parte de minha história, e eu sei que também o faço da dela, com muitas histórias não contadas verbalmente, mas experiências compartilhadas em cenas de família.
Independente da parte comum de nossa convivência, acredito que a identificação do leitor aos questionamentos e inquietudes que tentaram se atenuar no paralelo da narrativa dos fatos históricos também registrados na obra;  vão muito além da buscas de nossas raízes e justificativas de posturas ou ações de nosso passado; mas ao sublime resgate da sabedoria que a maturidade pode nos trazer de que a beleza da jornada não está no destino mas sim na estrada, e que a razão de vida não está no “sucesso de uma empreitada”, mas na percepção consciente do sublime presente do viver. Grato pela rica partilha Iêda Lima.
Edvaldo José Sant’Anna, professor universitário, 49 anos.

 

Adorei o seu livro!
Já tinha respeito e admiração por você, agora tenho muito mais.
Impossível não chorar em alguns momentos do seu livro, principalmente por se tratarem de fatos.
É doído saber do sofrimento humano, ainda mais quando provocado por outro ser humano. 😔
Fiquei impressionada com a sua coragem em vários momentos da sua vida!
Gostei de saber sobre sua voz de soprano, de seu gosto pelo curso de História (adoro História), da busca pelas suas origens (adoro também esses registros do passado), de relembrar alguns momentos da minha adolescência paralelos à eleição indireta de Tancredo, a morte dele, as eleições diretas de 89.
Lembrei da minha mãe fazendo anotações em um caderno sobre esse período de transição do regime militar para o democrático como se fosse um diário. Esse gesto dela me despertou para a importância daquele momento, que até então, eu não tinha a mínima noção. Recordo que pensei “se minha mãe está anotando sobre esses fatos, a coisa deve ser séria”. Minha mãe tem quase a sua idade (mais velha um ano).
Lembrei que a minha família era MDB e isso me deu um certo alívio (ao ler seu livro foi que soube que a ARENA apoiava o regime militar). Vivendo e aprendendo.
Obrigada pela oportunidade de “passear pelo tempo com os ‘seus’ sapatos”!
Mais uma vez, parabéns pela coragem de ter sido quem você foi para se tornar quem você é!
Ah… esqueci de dizer, que é um livro para ser lido e relido, sem pressa.
Grande abraço!”
Cláudia Pompeu, Contadora, 44 anos

 

“Ieda, boa tarde tudo bem? É a Fernanda, amiga da Valéria.
Comecei a ler seu livro na semana passada. Logo nas primeiras páginas fiquei tão ansiosa em conhecer rapidamente sua história que me gerou um conflito real: não sabia se lia rápido para conhecê-la ou se lia mais vagarosamente para “degustar” o conteúdo ( me falta melhor expressão).
Conciliei os dois desejos: li rapidamente e voltei. Re-li saboreando e refletindo sobre sua história de vida, parecia que sentia pulsar seu coração nas suas palavras.
A melhor palavra que encontro agora sobre seu livro: “inspirador”. Ao rele-lo refleti sobre minha própria vida, meus sonhos, minhas angústias, minhas dúvidas, meus medos.
Não sei como escrever o depoimento que me pede, mas lhe autorizo a usar estas palavras que dê coração e admiração lhe encaminho.
Mais do que uma história de resiliência é uma história de vida inspiradora.
Obrigada por compartilhar conosco.”
Fernanda Capello da Silva Magalhães, advogada, 42 anos.

 


Tive um duplo prazer em ler a autobiografia de Iêda Lima, tanto por se tratar de uma amiga com quem tenho o prazer de trocar ideia, como pelo valor do relato em si.
Conheci Iêda por meio de amigo em comum, Ricardo Coêlho, com quem costumo dialogar por e-mail. Logo percebi uma afinidade com a garota de Campina Grande que ainda jovem foi estudar e trabalhar em Recife. Na capital pernambucana Iêda conhece seu primeiro marido, um ativista da AP.
Embora não tendo uma participação maior na atividade clandestina, Iêda Lima foi vítima da “tigrada” no período da “ditadura escancarada”, tendo de percorrer de ônibus quase o Brasil de norte a sul durante sua primeira gestação.
Esgotadas as possibilidades de permanência no Brasil Iêda Lima foi, como muitos na época, exilada no Chile. Com o golpe que derrubou Allende, o Chile também se tornou inóspito. Iêda contou com ajuda de Betinho e José Serra para fugir do Chile via embaixada panamenha.
Depois de uma breve passada pelo Panamá, Iêda foi para a Alemanha Socialista, onde realizou sua formação em engenharia do transporte, teve seu segundo filho e conheceu de perto o lado positivo e negativo do regime socialista.
Iêda volta ao Brasil com a anistia de 1979 e faz carreira em diversos órgãos públicos.
Sua obra, além de contar com o relato pessoal de sua trajetória, nos mostra que a perseguição politica e arbitrária nem sempre serve de pretexto para que se busque, lançando mão da violência armada, substituir uma ditadura de direita por outra ditadura de esquerda.
Gustavo Müller, Professor de Ciência Política na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM/RS).

 

VONTADE! É com essa palavra que resumo a leitura dessa autobiografia fantástica! Por que vontade? Porque ao chegar na última página, depois de “viajar” em uma história repleta de aventuras, de luta, de amor, de força, me senti com mais VONTADE de seguir meus ideais e lutar por eles. É uma história de vida inspiradora!!! Gratidão por compartilhar conosco um pouco desses momentos marcantes tia Ieda!! Um super beijo!

Késsia Gomes de Lima, Geógrafa e graduanda em Direito, 32 anos.

 

Encontrei ao decorrer das páginas uma leitura bem fluida, que prendia a atenção e instigava curiosidade para o capítulo seguinte. Sempre fui fã da história brasileira, e poder conhecê-la através da perspectiva de outrem que viveu pontos marcantes desta foi bastante enriquecedor. Ter a oportunidade de abraçar toda a história de alguém que sempre demonstrou extrema ternura e leveza, e, saber por tudo que essa pessoa já passou até chegar aqui me fez ficar emocionada durante algumas partes da leitura.

Pude, ao final desta obra, sentir-me intimada a agir como cidadã no que tange a melhora do meu país. Sei que tenho voz, e por menor que seja, consigo ajudar a fazer barulho. Pude, também, sentir-me grata pelo contexto político em que nasci, não tinha tamanha noção de que a liberdade de expressão era tão importante na minha vida.

Finalmente, posso dizer que decidi encarar com mais leveza e determinação os desafios que a vida tem a me propor, e esse, foi o melhor aprendizado que poderia absorver desta obra.

Gratidão por tê-la conhecido, Ieda, e parabéns pelo livro.

Anna Caroline Viana, Estudante universitária (de Relações Internacionais), 20 anos

 

Oi querida mana! Terminei de ler seu livro. O q achei dele? É um livro bem escrito, de leitura gostosa, facil de assimilar e instigante! Obrigada pelo Presente. Te amo!

Ilma Lima Cavalcanti, 64 anos.

 

Impressionante relato de uma nordestina, que junto à família, enfrentou vicissitudes graves, no exílio, durante o nosso período militar. Com muita galhardia e até uma boa dose de humor, vai desfiando sua caminhada, entre países, até então desconhecidos. Seu poder de adaptação é impressionante. Conseguiu amigos, até na fria Alemanha. Imaginem! Engana-se quem acredita ser uma história chorosa. Ao contrário. Reveste-se de ótimo exemplo de superação, um poder extra de adaptação e principalmente, sempre acreditar no ser humano, em seu calor. Para o jovens, servirá além de bom exemplo, fonte para informação e pesquisa. Para os mais vividos, reminiscências e boa reflexão. Impactante!

Ralph Peter, Jornalista colunista, Prof. Universitário, Agente literário, 70 anos.

 

Acabei de ler seu livro. Meus parabéns. Você realmente é uma grande escritora. A forma que você escreveu prendeu a atenção de quem estava lendo do começo ao fim. Você é uma heroína e vencedora. Estou muito feliz por você. Lendo seu livro, revivi os momentos dos movimentos estudantis em Ribeirao Preto, que eu fiz parte tambem. Foi um sentimento muito vivo e interesante de reviver o meu passado através de sua historia de vida. A vida tem nos pregado muitos desafios e recompensas. Você deve continuar a escrever outros livros com temas que lhe interessa. Se Carlos estivesse vivo, ele estaria muito feliz por você. Estou muito orgulhosa de seu triunfo.

Gloria Wright,  Especialista em Saúde Pública, 68 anos.

 

Terminei de ler agora o livro mais marcante da minha vida, até agora.

Uma verdadeira viagem na história, na política e no exemplo de determinação e superação que acabo de tomar conhecimento e dizer para me mesma: ei, “levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”…
E a você que conhece minha história e acha que é difícil minha luta ou a sua, lhe convido a fazer essa viagem em Um olhar no Retrovisor e o outro na Estrada…

Cláudia Monique, graduanda em Pedagogia, 35 anos

 

“Concluí minha viagem pela rota “Um olhar no Retrovisor e outro na Estrada”. Enquanto dirigia, reproduzia os textos em imagens. Que belo filme! Parabéns Ieda!”

Levi Adelino de Lima, mestre em Engenharia de Produção, 61 anos.

 

“Lendo aqui o seu livro,
me senti revivendo algumas cenas, já que fui a 1° nora a morar em casa de seus pais.
Em vários trechos das suas memórias, me reportei a certas situaçoēs e comentários vivenciados: a tristeza da D. Luzia, as lágrimas silenciosas do meu querido sogro, sentindo sua falta.
O ” Um olhar no Retrovisor e outro na Estrada” me emocionou. E tambem é uma aula de história, politicamente falando…
Maravilha, minha cunhada/irmã! Suas memórias são também a sua redenção.
Te parabenizo por tudo que você viveu, e mais agora com este presente que você fez por merecer: de sua história ter sido tão bem contada por você mesma. E me fez um bem danado, coisas que eu ouvia em sua casa, e hoje tirei minhas conclusões; tudo que escutei; nada se compara aos seus relatos nesse livro…
Parabéns mais uma vez!! Escreva mais…bjos.”
Marluce Bezerra de Lima, 66 anos.

 

“Embarquei nessa viagem e, que viagem!, quantas curvas nessa estrada, quantos buracos ultrapassados com destreza. Parabéns minha irmã Iêda Lima. Você é uma vencedora e, merecedora de Oscar. Um beijo.”
Lucas Adelino de Lima

 

Não me recordo quando precisamente conheci Ieda Lima… Talvez em meados de 2011-2012… Fui apresentada a ela pelo seu filho Otávio (agora, depois do livro, será Ajax para mim.. Rs rs rs ), amigo médico por quem tenho imenso carinho, desde os tempos em que éramos parceiros em um grande hospital público de São Paulo. Hoje, de plantão neste mesmo hospital, finalmente iniciei a leitura de ” Um Olhar no Retrovisor e Outro na Estrada”… Felizmente, por encontrar um plantão tranquilo, talvez pela tarde gelada aqui em São Paulo hoje, consegui iniciar e terminar a leitura do livro em uma tarde, algo que há muito tempo não fazia com uma obra literária. Viajei por uma história com H maiúsculo, conheci muito mais de uma mulher privilegiada, inteligente, emocionante e intensa.
Em vários momentos dessa História, quis ser Ieda Lima ou ter convivido com ela naqueles momentos… Obrigada pela viagem Ieda Lima… De fato, já a admirava muito e agora entendo nossa empatia: também tenho o seu “perfil rebelde, questionador e desbravador…” A timidez, essa deixo para você Ieda Lima… Parabéns! Bela obra literária !
PS: Você teria sido uma excelente médica… Dedicada, estudiosa, resiliente e cheia de compaixão!

Adriana Por Deus, Cirurgiã Pediátrica, 46 anos

 

Li o seu livro e quero compartilhar q não é difícil de se emocionar. Parabéns!!!…
Iêda, escrever e tocar as pessoas é uma arte. Vc fotografou a alma….
…Sabe, consegui me ver em vários momentos da sua história e, posso dizer que a parabenizo pela coragem e pelo coração que ainda acredita em algo melhor.
Alexandre Menegaz, 50 anos, Educador Fisico da Clínica Biovinci, especializado em dor crônica.

Chorar? Só se for de alegria e orgulho …
Com uma história de vida como a sua, e toda lucidez e clareza para escrever com excelência como tens … Não há motivos para choro, a não ser de ORGULHO.
Certamente todos que tiverem o prazer de ter acesso ao seu livro, vão amar do inicio ao final.
Me interessei por ele de imediato.
Comecei a ler o esboço da impressão, pedi para o menino do departamento de artes grampear e me dar rsrsrs.
Já entrou para minha lista de indicações de um bom livro.

Todo Sucesso à você LINDONA.

Forte ABRAÇO.
Aline Rodrigues, Grupo Tiliform

 

Parte I

“Estou lendo seu livro. Estou besta! Você só faltou se encontrar com Olga Benário!

Iêda estou atônita!

Parece que estou lendo uma história de um personagem e não alguém de carne  e osso e que ainda por cima eu conheço!

Parece  que estou vendo Luisa brincando na neve e você passando por todos aqueles interrogatórios.

Outro golpe no Chile!..

Chocante! Tiro o chapéu!”

 

Parte II

“Acabei de ler. Ufa!

Foi uma viagem mesmo. Foi interessante também, além da vida pessoal, seguir o caminho político no Brasil  e fora. Meus parabéns! Pelo livro e pela vida. E também meus sentimentos. Sinto muito por tudo o que vocês passaram. Ninguém deve nunca passar por isso; é cruel e desumano.

Mas ao mesmo tempo que foi difícil,  sofrido, percebo como tudo que vocês viveram fez quem vocês são hoje, incluindo Luisa e Otávio. É impossível não lhe olhar diferente!

Na verdade você teve duas vidas numa só. É como se aquela vida tivesse voltado mais tarde e se juntado com uma que ficou aqui e somado numa vida maior. Ninguém passa por tudo isso sem se transformar. E depois de se transformar uma vez, fica fácil continuar se transformando. Eu imagino.

Desejo que você continue virando borboleta por muitos e muitos anos mais.

Então fica a pergunta: “Que novas e maravilhosas aventuras a vida ainda lhe reserva? Logo saberemos. Certo?

Be happy!!!!”

Fátima Siqueira, escritora

 

“Iêda, acabei de ler seu livro e o que tenho a dizer é: quanta vida, quanta história e que legado em tão poucos anos de vida!!! Beijos”

CiDa SoaRes, arquiteta, 64 anos.

 

“Iêda, hoje conclui a leitura do seu livro e confesso que fiquei com aquele gostinho de quero mais. Você conseguiu transmitir com muita leveza o que passou, o espírito em permanente estado de alerta, as fugas, amores, família, dia a dia num país socialista… E o que dizer dos personagens conhecidos de todos nós e dos anjos que sempre estavam lá na hora que você mais precisava?

A medida que eu penetrava na história ia passando um filme na minha cabeça. Foi ótimo rever os acontecimentos políticos mais importantes da história recente do Brasil e do mundo sob outra perspectiva, o olhar de quem estava do outro lado, o lado de dentro do furacão. Eu estava transitando entre a infância e a adolescência quando tudo aconteceu e não pude compreender a gravidade do momento.

Gostei muito, vou comprar alguns exemplares para presentear amigos e parentes.

Parabéns!!”

Elizabeth Carvalho, economista, 57 anos

 

“Quem não leu precisa ler…verdadeiro, emocionante pela história de vida, leve de ler e exemplo a seguir de uma mulher forte e determinada!!!”

Maria Inês D Aquila, Diretora de Recursos Humanos da Agemcamp

 

“Iêda, incrível!! Leitura leve e sensível, que traz a força de uma mulher e mãe que precisou ser muito guerreira!! Estou adorando, não consigo parar de ler!! Me emocionou saber dessa parte da vida da Luisa, e agora entendo ainda mais a minha admiração pela mulher que ela é… muito vem de vc!! Realmente, não poderia deixar de nos presentear com seu livro!”

Celisa Meneses, fisioterapeuta, 39 anos