O que foi 2018 e o que espero do ano que está pra chegar

Este ano de 2018:

Comemorei meus 70 anos, cercada da família e de amigos queridos.

Recebi de presente de 70 anos a notícia de que iria ganhar mais uma netinha.

Realizei o sonho de visitar a terra de Cora Coralina (Goiás), na companhia de minha filha mais velha e meu genro.

Tive a alegria de poder juntar-me a amigos de longa data, nos passeios e jantares organizados pela amiga italiana Lívia Mihaly.

Visitei Medellín, Bogotá e Pereira, a capital da região cafeeira da Colômbia, com um grupo de amigos comuns à amiga colombiana Lucila Martinez, que nos conduziu para conhecer projetos de bibliotecas públicas e seu importante papel na promoção da leitura, da oralidade, da apropriação da consciência e responsabilidade familiar, social e ambiental e cidadã.

Fui surpreendida com a mudança para São Paulo, da minha filha mais nova, meu genro e minha netinha que está quase por chegar, quando eu estava em movimento de volta para Brasília. Dei marcha à ré e decidi ficar por Sampa, quanto tempo o destino quiser (rsrsrs).

Tive a graça de ter em meus braços e abraços os meus netos, uns mais outros menos, pela distância ou motivos fora do meu controle.

Pude abraçar e beijar minha mãe, que em poucos dias completa 89 anos, e participar ativamente da construção da rede de apoio a ela, que assegura seu bem-estar e segurança nessa etapa da vida.

Tive a graça de confraternizar com meus irmãos, cunhados, sobrinhos e sobrinhos-netos.

Consegui terminar o meu terceiro livro, mas “engasguei” na revisão, devido à elevada carga emocional que implicava retomar cada capítulo.

Participei da campanha Presidencial 2018, tendo sido derrotada já no primeiro turno, o que me obrigou a fazer escolha que não era a minha, mas que eu tinha que decidir, pois me recuso a jogar o meu voto na vala do voto “em branco” ou “nulo”.

Sofri fisicamente por queda da imunidade, decorrente de stress provocado pela pesada energia que circulou nas redes sociais, entre os núcleos familiares e grupos de amigos, por conta da eleição mais acirrada da história da Nova República.

Participei de oficinas sobre Comunicação Não Violenta (organizada pelo CNVb) e de Reciclagem de Avós (organizada pela Casa Moara), que mexeram lá no fundo da minha alma, me fizeram chorar e sentir o quanto é bom estar aberto para o novo e admitir que podemos, sempre, aprender algo a mais e crescer.

Enfim, 2018 foi maravilhoso!

Estou confiante em 2019!

Ele me trará mais uma neta.

Minha mãe será comemorada nos seus 90 anos.

Dedei (uma tia criada pela minha avó e que se tornou um dos membros mais queridos da família) completará 100 anos.

Comemorarei 10 anos de residência em São Paulo.

Lançarei meu terceiro livro.

Viajarei por aí afora.

Curtirei bons momentos com amigos que apreciam uma boa comida e um bom vinho.

Estarei aberta para novos conceitos e aprendizados, como mãe, avó, filha, amiga e cidadã.

Farei com que os revezes sejam lidos como momentos de aprendizagem e superação.

Que este Natal venha renovar nossas energias, para que possamos receber o ano de 2019 com esperança e vontade de fazer dar certo nosso projeto de vida! Saúde!!!

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